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atualizado em 14/05/2010                                   

 

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- Apresentação

- Programas de Viagem

- Ministrante / Colaborador

- Investimento

- Perguntas Freqüentes

- Depoimentos

- Local

- Contato / Cadastro

Oficina de Escrita Criativa

e Autodesenvolvimento

Viagem de Letras

 

 

Para quem gosta de escrever ou tem vontade de gostar

 

 

 

 

 

Apresentação

 

As letras são meio de transporte nessa viagem ao mundo da escrita e ao seu mundo interno, numa experiência significativa de encontro – consigo mesmo e também com personagens reais ou imaginários. Um contexto propício para você que busca

 

·           capacitar-se para escrever com fluidez qualquer tipo de texto

·           ouvir e criar narrativas orais e escritas

·           imaginar, brincar, sentir, conviver, crescer

 

Os viageiros de letras são adultos e adolescentes de diferentes áreas profissionais ou de estudo (o programa Sob Medida também pode atender crianças). Alguns participantes têm intimidade com a escrita, outros têm dificuldade para escrever.

 

Na oficina você vai experimentar vivências fundamentadas em diferentes áreas (psicologia, educação, terapias corporais, comunicações e artes), num clima leve e bem-humorado.

 

Viagem de Letras: um convite a perceber e traduzir o mundo de maneira dinâmica e flexível. Um chamado para a aventura de escrever e conhecer-se. Surpreender-se. Transformar-se.

 

 

Programas de viagem

 

A Viagem de Letras acontece em diferentes formatos, com cargas horárias e temas específicos. Em todos os programas, são utilizadas algumas ferramentas simples – mas poderosas – para cultivar o desenvolvimento pessoal e o fluir do texto. Jogos e outras situações concretas permitem que a interação com os temas abordados vá além da reflexão e da racionalização. As vivências propiciam um clima à vontade, favorável ao fluxo criativo, e enfatizam aspectos fundamentais do criar: a possibilidade de experimentar uma situação a partir de diferentes pontos de vista, a capacidade de realizar novas conexões, de estabelecer novas relações. Explorar a criatividade nesse contexto proporciona ao participante uma oportunidade para ampliar sua consciência de como se comunica e se relaciona consigo mesmo e com os outros. Permite, portanto, descobrir potenciais e enriquecê-los, expandindo o repertório em diferentes linguagens – não somente a palavra falada, escrita ou pensada, mas também a sensorialidade e o sentimento, a imagem, o som, o gesto.

 

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO - 1º semestre de 2010

 

 

Escrever e Fluir

 

Intensivo: um domingo

 

·         turma 3: 16 de maio

·         turma 4: 30 de maio

 

Horário: das 10h às 18h30

 

A água de um rio que flui contorna ou transpõe obstáculos e segue em frente. Neste programa, voltado tanto para os novos como para os antigos viageiros de letras, nos inspiramos nessa imagem para deixar fluir idéias, sentimentos, palavras – e reunir tudo em textos produzidos durante o encontro, utilizando alguns procedimentos específicos de escrita criativa.

 

Para todas as idades a partir de 14 anos.

Grupos de até 8 pessoas.

 

 

 

 

 

Programas Sob Medida

 

Para todas as idades a partir de 8 anos, estes programas podem ser agendados por telefone ou e-mail.

 

Sob Medida Individual

 

Atende de forma personalizada a uma demanda – por exemplo, desenvolver um projeto que se tem em vista, aprimorar textos já produzidos ou a escrita de forma geral, superar bloqueios na comunicação –, sempre integrando escrita e desenvolvimento pessoal.

 

Sob Medida em Dupla ou em Grupo

 

Atende uma dupla ou grupo que tenha um projeto comum ou queira criar conjuntamente um percurso específico que contemple as demandas em jogo. Tais demandas podem estar claras de antemão ou se delinear aos poucos, à medida que o trabalho acontece.

 

Sob Medida para Empresas

 

Trata-se de uma assessoria em forma de oficina (individual ou para grupos) que atende à demanda específica de uma empresa. Um exemplo de demanda recorrente é minimizar falhas de comunicação interpessoal e escrita. A comunicação consciente e humanizada evita mal-entendidos, melhora a qualidade do relacionamento entre as pessoas, facilita o fluxo de críticas e sugestões produtivas, reduz o estresse e a incidência de erros – portanto otimiza tempo e recursos.

 

 

Outros Programas

(podem ser oferecidos sob demanda, para grupos fechados)

 

 

A jornada do herói

 

Propõe uma imersão no universo do mito, tendo a Jornada do Herói (Vladimir Propp e Joseph Campbell) como referência fundamental. As histórias de vida dos integrantes e experiências vividas no grupo são a matéria-prima básica para a construção de narrativas orais e escritas.

 

Intensivo: um fim de semana

Horário: sábado das 9h às 18h30 e domingo das 9h às 13h30.

Para todas as idades a partir de 14 anos.

Grupo de até 8 pessoas.

 

 

A Percepção e a Palavra

 

Aborda temas e habilidades fundamentais para a escrita criativa e para o autodesenvolvimento e oferece ferramentas eficazes para cultivá-los. A percepção é vivenciada em situações específicas, de forma que cada um possa “perceber como as percebe”. Algumas experiências se transformam em palavras – faladas e escritas.

 

Intensivo: um fim de semana (três módulos de 4h15)

Horário: sábado das 9h às 18h30 e domingo das 9h às 13h30.

Para todas as idades a partir de 14 anos.

Grupo de até 8 pessoas.

 

Escrever e Fluir, Garimpar e Lapidar

 

A edição individual e coletiva de alguns dos textos produzidos nos encontros e outras atividades correlacionadas propiciam neste programa o desenvolvimento da capacidade de perceber e valorizar o que é mais precioso num contexto, de forma a amadurecer o estilo de escrever de cada um.

 

Carga horário: 30 horas.

 

 

Construção de Personagens e Tramas Narrativas

 

As atividades desenvolvidas fornecem elementos para que personagens sejam criados e aos poucos ganhem vida, inseridos num contexto, numa trama. Diversos textos são escritos durante os encontros. O processo de criação de cada integrante do grupo pode restringir-se à oficina ou alimentar um projeto que tenha continuidade fora dela – como a escrita de um livro, de uma peça de teatro, de um roteiro etc. A estrutura da narrativa mítica é um dos referenciais de base para o trabalho. Etapas e temas da Jornada do Herói (segundo Vladimir Propp e Joseph Campbell) são ilustrados com filmes e histórias contadas ou lidas.

 

Carga horário: 30 horas.

 

 

Ministrante

 

Andrea de Arruda Botelho borges desenvolveu em 1996 a primeira versão desta oficina, como pesquisa de campo de mestrado, e desde então cria e ministra seus diferentes programas. Também atende em consultório como psicoterapeuta. Freqüenta o PROFOCO - Programa de Formação Continuada do Instituto Sobornost, ministrado por Gilberto Safra (professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), e a Ser e Fazer – Oficinas Psicoterapêuticas de Criação, coordenada por Tânia Aiello Vaisberg (professora livre-docente da Universidade de São Paulo e professora da Pontifícia Universidade Católica de Campinas).

 

Experiência profissional nas áreas de Psicologia Clínica; Cinesiologia Especializada ou Balanceamento Muscular; Terapias Corporais; Comunicações e Artes; Psicopedagogia e Pedagogia.

 

Formação acadêmica na Universidade de São Paulo: Doutorado em Ciências da Comunicação, com a tese Tramas que sustentam transformações: escrita criativa e autodesenvolvimento como aliados na construção de perfis e histórias de vida (orientador: Edvaldo Pereira Lima); Mestrado em Psicologia com a dissertação No Universo das Histórias: Oficinas de Redação e Criatividade (orientador: Lino de Macedo); Graduação em Psicologia.

 

Formações complementares: Cinesiologia Especializada ou Balanceamento Muscular (Instituto Brasileiro de Balanceamento Muscular); Cadeias Musculares e Articulares GDS (Curso ministrado no Brasil por professores do Institut des Chaînes musculaires et des Techniques GDS –ICTGDS); Reeducação do Movimento (Escola de Reeducação do Movimento Ivaldo Bertazzo); Psicologia Biodinâmica (Instituto Brasileiro de Psicologia Biodinâmica).

 

Participação em oficinas de criação textual com Samir Meserani, Erson Martins de Oliveira, Edvaldo Pereira Lima, Márcia Vescovi Fortunato; de narrativa oral e histórias de aventura com Heloisa Prieto, Irene Machado, Regina Machado; de clown com Cristiane Quito, Juliana Jardim e Márcio Ballas; workshops de sonhos com Marcos Callia; jornadas mitológicas com Robert Walter e Rebecca Armstrong, da Joseph Campbell Foundation (EUA).

 

 

COLABORADOR

 

Christian Botelho Borges integra a Viagem de Letras desde 2000 – inicialmente como participante e agora como assistente em alguns programas. Desenvolve trabalhos na área da escrita, dá aulas de português e redação e é co-autor do livro Casa de Taipa: O bairro paulistano da Mooca em livro-reportagem, organizado por Dimas A. Künsch (São Paulo: Salesiana, 2006). Freqüenta o PROFOCO - Programa de Formação Continuada do Instituto Sobornost, ministrado por Gilberto Safra (professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

 

Experiência profissional nas áreas de produção de textos e Cinesiologia Especializada (Balanceamento Muscular).

 

Formação acadêmica na Universidade de São Paulo: Graduação em Letras (em andamento) e Graduação em Engenharia Civil.

 

Formação complementar: Cinesiologia Especializada ou Balanceamento Muscular (Instituto Brasileiro do Balanceamento Muscular).

 

Participação em oficinas de criação textual com Edvaldo Pereira Lima e Andrea de Arruda Botelho; jornadas mitológicas com Robert Walter e Rebecca Armstrong, da Joseph Campbell Foundation (EUA); oficina de clown com Márcio Ballas.

 

Participação como ouvinte em disciplinas de graduação e pós-graduação no Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes e no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

 

 

INVESTIMENTO

 

Cada programa tem valores diferenciados para:

 

- inscrições antecipadas

- inscrições conjugadas em dois programas

- inscrições conjuntas de mais de uma pessoa

- inscrições de “viageiros de longa estrada” (quem já participou de programas extensivos da oficina, individuais ou em grupo).

 

Entre em contato por e-mail ou telefone e receberá informações personalizadas sobre os programas que lhe interessam.

 

 

Perguntas freqüentes

 

Que tipo de pessoa embarca numa Viagem de Letras?

 

A oficina acolhe pessoas de diferentes idades e dos mais diversos campos de atividade (profissional, estudantil, de lazer etc). Os grupos costumam ser heterogêneos e isso favorece o trabalho, já que uma das habilidades valorizadas na oficina é a flexibilidade para perceber diferentes situações, de modo a conquistar, ou ao menos vislumbrar, novos enfoques, novas formas de apreender diferentes realidades – a interna, a externa, a da ficção, do jogo, da imaginação.

 

 

A maioria das pessoas que se inscreve já tem um bom nível de escrita?

 

Isso varia muito. Alguns viageiros de letras têm intimidade com a escrita, outros têm dificuldade para escrever. Quem tem bloqueios em relação à escrita vem para abrir esse canal, perder o medo do papel em branco, aprender a organizar idéias por escrito. Quem já tem intimidade com essa linguagem vem para fruir a experiência de escrever, de compartilhar textos com outras pessoas e também para descobrir novas possibilidades nesse universo (elas são infinitas...)

 

 

Qual é a idade dos participantes?

 

É possível desenvolver programas Sob Medida para todas as idades a partir de 8 anos. Nos demais programas, a idade varia entre 14 e 140 anos... (risos) A diversidade enriquece a experiência.

 

 

Que tipo de profissional costuma freqüentar?

 

Educadores, psicólogos, médicos, engenheiros, escritores, jornalistas, designers, administradores, artistas plásticos, músicos, acupunturistas, editores, contadores de histórias, roteiristas, comunicadores de TV, fotógrafos, livreiros, atores, cenógrafos, advogados, assessores de imprensa, terapeutas corporais, bancários, donas de casa, oceanógrafos, biólogos, secretários... O público é realmente heterogêneo.

 

 

Com que objetivo as pessoas costumam procurar a oficina?

 

Quem procura a Viagem de Letras busca o prazer de escrever e de conviver com outras pessoas que têm também esses interesses. Quer desenvolver a criatividade e aprender novas formas de se comunicar e de se expressar, na escrita e em outras linguagens, de uma forma integrada e integradora.

 

 

Quais são os pré-requisito para participar?

 

1- Os participantes precisam ser alfabetizados.

2- Para participar dos programas Sob Medida, precisam ter 8 anos ou mais.

3- Para participar dos programas que não são Sob Medida, precisam ter 14 anos ou mais.

 

 

Qual é o programa mais indicado para uma primeira Viagem de Letras?

 

Os programas A Percepção e a Palavra e Escrever e Fluir são em geral os mais indicados para se ter um primeiro contato com a forma de funcionar da Viagem de Letras. No entanto, para algumas pessoas que têm dificuldades específicas relacionadas a situações grupais, por exemplo, ou que tenham interesse em desenvolver um determinado projeto pessoal, um Programa Sob Medida individual pode ser mais adequado para começar.

 

 

A oficina é mais voltada para a escrita ou para o desenvolvimento pessoal?

 

Para ambos em igual medida. Escrita e desenvolvimento pessoal, nesse contexto, se complementam, se retroalimentam, tendo igual importânica.

 

 

Como acontece essa integração entre escrita e desenvolvimento pessoal?

 

A oficina cria um “ambiente suficientemente bom”, como diria Donald Winnicott, para que a capacidade de escrever se desenvolva como integrada ao si-mesmo, e não como mera competência técnica, dissociada. Assim é possível descobrir ou desenvolver um estilo de escrever em ressonância com estilo de ser de cada um. Para que cada um possa se expressar em termos pessoais, é preciso a sustentação de um ambiente, um lugar que não é só físico, mas também emocional e relacional. Um lugar para ser. O texto veicula o ser e o ser veicula o texto. A oficina propicia que o texto seja cada vez mais “a cara do dono”. Dizem que cachorro, se não é a cara do dono, provavelmente é roubado. Acho que o mesmo se poderia dizer do texto... Levando em conta, é claro, que a cara do texto muda quando o dono cresce, e sempre é possível se crescer na escrita.

 

O “viageiro de letras” encontra ainda uma oportunidade de ressignificar aspectos de sua própria história de vida, seu modo particular de perceber-se e ao mundo e de comunicar-se com os outros e consigo mesmo. Isso tudo promove crescimento.

 

 

Então se pode dizer que a oficina é uma espécie de psicoterapia?

 

A resposta pode ser sim ou não – depende muito do que cada um acredita que seja psicoterapia... A oficina em grupo é bastante diferente da maioria das psicoterapias grupais, principalmente porque não propõe a mobilização intencional e direcionada de conteúdos emocionais, muito menos a interpretação de tais conteúdos, como é o caso de muitos workshops psicoterapêuticos. Há espaço para a manifestação de conteúdos emocionais que venham a emergir espontaneamente, mas isso é vivenciado e compartilhado, em maior ou menor profundidade, conforme o desejo e a disponibilidade de cada um.

O processo tem um efeito psicoterapêutico, pois é articulado para ser uma experiência significativa, que logre despertar o entusiasmo e o envolvimento dos participantes e propicie o desenvolvimento pessoal. Essa articulação se dá graças a um embasamento metodológico muito consistente na psicoterapia psicanalítica não interpretativa, de inspiração fundamentalmente winnicottiana.

 

 

Qual é então, resumidamente, o principal objetivo da oficina?

 

Proporcionar oportunidades e recursos para que os viageiros de letras criem/encontrem e desenvolvam seu estilo de escrever como expressão de seu estilo de ser. Em outras palavras: ajudá-los a desenvolver a capacidade de escrever integrada ao si-mesmo (e não como competência dissociada) e de tal forma que seus textos possam ser produzidos com mais prazer, ou menos sofrimento, e a escrita possa ser vivida como um brincar.

 

 

Há alguma restrição em relação a participar da oficina quando se está em psicoterapia?

 

De maneira alguma. Ao contrário: muitos viageiros de letras dizem que a participação na oficina “ajuda” ou potencializa sua psicoterapia em andamento.

 

 

Qual é a diferença entre a Viagem de Letras e um curso de redação tradicional?

 

A Viagem de Letras é uma proposta mais abrangente do que um curso de redação tradicional, pois busca contemplar diversos elementos importantes da capacitação para escrever, incluindo aspectos emocionais ligados à comunicação. Todo o trabalho é feito no sentido de que você não somente aprenda técnicas, mas também “se aproprie” do seu texto e esteja cada vez mais à vontade com ele, de modo que sua escrita possa fluir.

 

Na oficina você aprende a usar várias ferramentas de escrita, de planejamento de idéias para os textos que quer escrever, e em alguns programas desenvolve também a edição de textos. Tudo isso usando procedimentos criativos, que envolvem  a “descoberta” e/ou a “apuração” do seu estilo próprio de escrever. Dentro dessa proposta, estilo de escrever e estilo de ser são indissociáveis.

 

 

Você acha que criar é sempre psicoterapêutico?

 

Depende do que é chamado de “criar”. Eu diria que o criar é a própria essência da psicoterapia, se o considerarmos como um fazer integrado ao si-mesmo, uma expressão do ser mais autêntico ou, como diria Winnicott, do verdadeiro self. No entanto, uma atividade artística ou um trabalho manual ou a escrita de um texto, por si sós, não garantem que esteja em marcha um processo de criação, nesse sentido winnicottiano da experiência criativa, pois é perfeitamente possível “produzir arte” de forma dissociada.

 

Praticamente qualquer atividade pode trazer bem-estar, e isso leva muitas pessoas a acreditarem que um curso de modelagem em argila ou aulas de dança são “uma terapia”, quando nem sempre é assim. Faz muita diferença a presença ou não de um profissional preparado para dar sustentação emocional à experiência. Não acho exagero dizer que essas atividades podem ser psicoterapêuticas, em alguma medida, quando trazem algum sentido de cura, de melhoria do estado geral. Mas, dependendo da demanda em questão, isso pode ser insuficiente para promover o desenvolvimento pessoal. Além disso, são muito comuns cursos que intencionalmente mobilizam conteúdos emocionais e depois não oferecem o suporte necessário para que eles sejam digeridos, integrados. Isso pode ser complicado e até “antiterapêutico”.

 

 

Você usa a escrita em psicoterapia individual?

 

Sim, quando é pertinente. Há pessoas que me procuram para um trabalho de psicoterapia e têm ou desejam ter a escrita como canal fluido de expressão, de comunicação. Nesses casos, a narrativa ou a leitura de histórias e procedimentos de escrita podem ser, dentre outros recursos, ferramentas psicoterapêuticas.

 

 

Depoimentos

 

“A Viagem de Letras é uma viagem leve. Como um balde de poço, traz um pedaço colorido e criativo da nossa alma para tomar um banho de sol... E um pouquinho de vento também. Adorei!”

Claudio Feijó, fotógrafo, coordenador da oficina

“Descondicionamento do Olhar”

 

“Essa oficina é meio mágica, meio uma coisa só, sendo muitas, uma pessoa só, sendo várias. Um lugar que nos atraiu porque gostamos de ler e de escrever e que, aos poucos, palavra a palavra (escrita ou falada), olhar a olhar, sorriso a sorriso, lágrima a lágrima, foi virando outra coisa, assim meio a casa da gente, a minha e a dos outros do grupo, tudo misturado, ligado, unido, confuso e claro, complicado e simples, tudo muito misturado e muito bonito.”

Vivina de Assis Viana, escritora

 

 “Profundas descobertas, frestas que se escancaram em janelas, janelas d’alma que me mostram para o mundo e para mim mesmo. Gosto do que vejo. Quero mais, muito mais.”

José Luiz Moura Neto, administrador de empresas

 

 

“Temi contaminar o grupo com a minha tristeza. Mas o grupo nos acolheu – a mim e à minha tristeza –, cuidou de nós e, devagar, colocou a tristeza de castigo, no canto da sala e olhando para a parede. O contágio, afinal, se deu na mão inversa.”

Bias Campos Arrudão, jornalista

 

 

“Nossa jornada fluiu como água de cachoeira, que também não deixa de ser um herói em sua jornada, um herói puro e transparente, cheio de vida, que contorna os obstáculos com fluidez e determinação, um herói que é o seu próprio elixir.”

Henrique Félix, editor

 

 

“As metas foram superadas. Um bom exercício de amizade e bom humor, sem fechar os olhos para a dor.”

Eduardo Muylaert, advogado

 

 

“É MUITO MELHOR do que eu imaginava. Foi um prazer. Esse dia foi muito legal, inimaginável. O método conseguiu me destravar e me fazer voltar a sentir prazer em escrever e conversar com pessoas estranhas.”

Emilie Helou, médica oftalmologista

 

 

“A viagem de Letras foi uma viagem de surpresas. Uma possibilidade de usar os sentidos, o corpo, para compartilhar significados descobertos ou construídos através da expressão em várias linguagens, desbloqueando narrativas que muitas vezes se escondem em temores insuspeitos, indomáveis... E, também, foi para mim muito válido ter participado da Oficina, porque, atuando em vários projetos de práticas interativas de leitura, tenho me baseado nas muitas dinâmicas que vivenciei. Realmente inesquecível a viagem... o ponto de chegada até o outro ... um novo partir para as palavras de autores recém descobertos ou redescobertos ... um desdobramento infinito de prazeres!!”

Antonia de Souza Verdini, educadora

 

 

“O trabalho é bárbaro: simples, direto, visceral. O material é muito bem selecionado e maravilhosamente apresentado. É lindo o conteúdo e linda a forma. As seqüências têm grande coerência: é sempre uma surpresa ir descobrindo o porquê de cada proposta. Foram tocadas coisas que estavam há muito adormecidas. Sinto-me a Bela Adormecida beijada pelo príncipe.”

Maria Forlani, psicoterapeuta corporal

 

 

“A oficina foi muito produtiva para mim, pois mostrou uma maneira leve de lidar com as questões ligadas à criatividade. Acho que vou poder transpô-la para o meu universo musical.”

Rodrigo Bragança Melo, músico

 

“Amei! Indico para um monte de gente e todo mundo que vai me liga entusiasmado para agradecer. Acredito muito nesse trabalho.”

Dulce Amabis, psicoterapeuta corporal

 

 

“Acho a oficina ‘O encontro’. Comigo, com pessoas sensíveis e inteligentes e com uma ‘professora’ que tem voz de fadinha e conta histórias como ninguém. Além disso, que não é pouco, tem como função tirar a gente da correria e mesmice do cotidiano e levar pra um lugar muito mais legal: de palavras, poesias, chazinhos, amizades. Precisa dizer mais??”

Angélica Reis, comunicadora de TV

 

 

“Sabe aquela vozinha profunda que uns chamam de intuição, outros de magia e alguns até mesmo de providência? Aquela que a gente finge que não tem e insiste em não escutar mesmo sabendo que ela sempre está certa? Pois é, com as oficinas esta voz está ensurdecedora. Chego a imaginar que sou capaz de produzir textos inconscientemente. Surgem palavras, frases e parágrafos no caminho para o trabalho, na hora que vou me deitar e nos momentos mais inusitados. O pior (ou melhor) é que estão dizendo que meus textos transmitem mensagens que despertam sensações profundas. É, a voz está certa de novo, estou realmente ‘satisfeita’ com a oficina!”

Denise Casatti, jornalista

 

                                                  

LOCAL

 

Os programas da Viagem de Letras em geral acontecem na Vila Madalena – São Paulo, SP.

 

Programas Sob Medida, Extras e outros programas contratados para grupos fechados podem ser realizados fora de São Paulo.

 

 

Contato / cadastro

 

Tels. 11 3816-1743 ou 11 3032-4663

viagemdeletras@gmail.com

 

 

Se quiser fazer parte da mala direta da Viagem de Letras, envie seus dados:

 

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